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Como entrar no vegetarianismo? Veja essas dicas!

Vegetarianismo

Está considerando em entrar no mundo do vegetarianismo, seja por conta do amor aos animais e cuidado com o meio ambiente, melhora do funcionamento do corpo ou um pouco de cada? Bom, o primeiro passo é estudar e muito. Mudar radicalmente de alimentação exige muitos cuidados e é sempre importante pesquisar bem e saber quais os passos para se fazer uma transição segura. Encontramos algumas boas dicas que vão te ajudar a fazer essa mudança sem medo!

Primeiramente, lembre-se de que o vegetarianismo é um estilo de vida e não uma dieta da moda e/ou para emagrecimento. Há até classificações do vegetarianismo:

Ovolactovegetarianismo: utiliza ovos, leite e laticínios na sua alimentação.

Lactovegetarianismo: utiliza leite e laticínios na sua alimentação.

Ovovegetarianismo: utiliza ovos na sua alimentação.

Vegetarianismo estrito: não utiliza nenhum derivado animal na sua alimentação.

Veganismo: quem adota um vegetarianismo estrito que recusa o uso de componentes animais não alimentícios, como vestimentas de couro, lã e seda, assim como produtos testados em animais.

Seja qual for o seu propósito, é importante que você entenda que não é simplesmente parar de comer alimentos de origem animal da noite para o dia e existem alguns pontos que merecem atenção para se tornar um vegetariano consciente.

1 – PROTEÍNA VEGETAL: existem boas fontes de proteína vegetal, principalmente as leguminosas (feijão, lentilha, grão de bico, ervilha), cereais (arroz, trigo), oleaginosas (castanha de caju, amêndoa, nozes), mas eles separadamente não formam uma proteína completa, ou seja, não contêm todos os aminoácidos que necessitamos para o correto funcionamento do nosso organismo.

Por isso, combine corretamente estes alimentos nas refeições para garantir a quantidade idela de proteína que precisa. Mas, hoje em dia, também há disponível no mercado muitos suplementos proteicos veganos para garantir a os nutrientes proteicos diários, mas para isso é necessário o acompanhamento com um (a) nutricionista para que seja calculada a quantidade certa a ser consumida.

2 – FAÇA EXAMES REGULARES: alimentos de origem animal são boas fontes de alguns micronutrientes, como por exemplo: ferro, vitamina B12 e zinco. Por isso que em alguns casos se faz necessário usar suplementos destes micronutrientes. Faça exames de sangue pelo menos a cada seis meses para saber se há a real necessidade de suplementar.

3 – VITAMINA C: a absorção do ferro de origem vegetal não é tão eficiente quanto o ferro de origem animal. Para melhorar esta absorção uma boa dica é associar ao alimento vegetal fonte de ferro a ingestão de vitamina C. Por exemplo, a salada de vegetais verde escuros com algumas gotinhas de limão. Para não atrapalhar na absorção do ferro, importante também evitar alimentos fonte de cálcio (leite e derivados) concomitante a alimentos que contém ferro, pois o cálcio compete com o ferro no momento da absorção.

4 – CÁLCIO: o cálcio é um micronutriente que também necessita de uma atenção especial, principalmente para aqueles adeptos de uma dieta ovovegetariana (não consome leite e derivados) e veganos (não consome nada de origem animal).Por isso, busque orientação sobre onde buscar cálcio tanto em alimentos quanto por suplementação.

5 – SUPER SAUDÁVEL? Atenção! Nem todo alimento vegetariano ou vegano é 100% saudável! Alguns pratos podem conter uma quantidade exacerbada de carboidrato e/ou gordura. Importante saber equilibrar todos os macronutrientes (carboidrato, proteína e gordura) das refeições, assim como você já faria tendo uma alimentação normal.

O importante em qualquer mudança alimentar é buscar orientação de profissionais de confiança. O vegetarianismo pode ser muito bom e fazer muito bem, mas desde que feito corretamente, com atenção e cuidados.

Fonte: Sportlife

Leia aqui também sobre a dieta Cetogênica.

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